30 de janeiro de 2026
Holly Humberstone anuncia segundo álbum, “Cruel World”, com lançamento a
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O single “To Love Somebod” já está disponível com video realizado por Silken Weinberg.

Holly Humberstone acaba de anunciar o muito aguardado segundo álbum, Cruel World, com lançamento marcado para 10 de abril de 2026. Uma das vozes mais marcantes da sua geração regressa com um disco que capta a tensão entre dor e prazer, onde o caos e a aceitação coexistem. Reconhecida pela sua capacidade de escrita minuciosa — nomeada para um prémio Ivor Novello com o EP de estreia e vencedora do BRIT Rising Star em 2022 — Holly afirmou-se como uma força mundial, cuja narrativa lúcida ressoa muito para além do seu universo pessoal.

Ao entrar em Cruel World, Holly refugia-se num conto de fadas sombrio criado por si, onde relíquias da infância, monstros e memória colidem. Agora, Holly convida-nos a atravessar o espelho com o arrebatador novo single “To Love Somebody”, acompanhado por um vídeo encantador realizado por Silken Weinberg (Ethel Cain). Inspirado no teatro vitoriano, nos Irmãos Grimm e em Nosferatu, “To Love Somebody afirma-se como uma declaração visceral de abertura para a artista de 26 anos, à medida que o novo ano começa. Para Holly, o amor é agora simultaneamente um elemento de ancoragem e de desestabilização. “O disco explora o amor como algo belo e inerentemente doloroso”, afirma.

“Em ‘To Love Somebody’ quis captar essa contradição: amar alguém é magoar alguém e perder alguém; mas, pelo menos, chegaste a amar alguém. Para sentir felicidade extrema, é preciso conhecer a tristeza extrema. Essa é a tensão do disco”, diz Holly.

Os últimos dois anos foram definidos pela reparação, pelo sentimento de pertença e pela redescoberta de talismãs do seu passado — momentos esquecidos quando foi catapultada para a esfera pública com apenas 20 anos. Se o álbum de estreia Paint My Bedroom Black, que alcançou o top 3 do seu país, foi marcado pela turbulência e pelo anseio, Cruel World está ancorado na estabilidade e na memória.

Visualmente, Holly construiu um universo com a irmã Eleri e a diretora criativa Silken Weinberg, inspirado em objectos da infância descobertos ao deixar a “Haunted House” onde cresceu. Desde sapatilhas de ballet a livros de Alice no País das Maravilhas, passando por filmes como Eduardo Mãos de Tesoura James and the Giant Peach, revisitar os pertences da sua infância transformou os fantasmas do passado em algo lúdico e mágico.

Desde a vitória no BRIT Rising Star em 2022, quando tinha lançado apenas dois EPs e recebido uma nomeação para os Ivor Novello com “Haunted House”, até à edição do aclamado álbum de estreia Paint My Bedroom Black em 2023, que entrou directamente para o #3, Holly tornou-se conhecida pela sua honestidade sem concessões e pela capacidade de articular a turbulência silenciosa da juventude adulta. Depois de esgotar salas como a Brixton Academy e o Eventim Apollo, realizar digressões na América do Norte e, mais recentemente, acompanhar Sam Fender na digressão australiana em novembro, com vários concertos como cabeça de cartaz, Holly prepara-se agora para uma nova fase ao vivo. Em fevereiro, irá percorrer a Europa com uma série de concertos intimistas, seguindo-se uma digressão no Reino Unido em março e abril, que culmina no Shepherd’s Bush a 2 de abril de 2026.

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A história de Holly começou com Falling Asleep At The Wheel, o EP de revelação que mostrou uma jovem mulher a traduzir a casa assombrada da sua infância e a dinâmica de um lar com três irmãs em canções inesquecíveis como “Vanilla”, “Overkill” e “Deep End”. A intimidade e a precisão das suas letras afirmaram-na como cronista dos pequenos detalhes que constroem grandes emoções. Essa voz levou-a rapidamente da estética gótica para os palcos internacionais: interpretou “London Is Lonely” ao vivo para milhões na cerimónia dos BRIT Awards em 2022, acompanhou Olivia Rodrigo e Girl in Red em digressões pela América do Norte e lançou o seu aclamado álbum de estreia Paint My Bedroom Black em 2023, escrito em parte em quartos de hotel enquanto vivia o sonho que imaginara em criança.

Cruel World foi escrito com uma nova disciplina, através de sessões diárias de estúdio com o colaborador Rob Milton, e mergulha profundamente no amor — romântico, platónico e feminino. Criada entre mulheres fortes, Holly reflecte sobre a forma como as raparigas são ensinadas a ver-se como rivais, desaprendendo esse instinto e recuperando a solidariedade como forma de sobrevivência. Canções de amor gótico presentes no disco, como “Die Happy”, eleita Hottest Record da BBC Radio 1 em novembro, exploram devoção, perigo e desejo, bebendo de contos de fadas, de Dracula e da melancolia associada à mudança das estações.

Conteúdo patrocinado por Universal Music Portugal.

Fonte: https://comunidadeculturaearte.com/holly-humberstone-anuncia-segundo-album-cruel-world-com-lancamento-a-10-de-abril/