O single “To Love Somebod” já está disponível com video realizado por Silken Weinberg.
Holly Humberstone acaba de anunciar o muito aguardado segundo álbum, Cruel World, com lançamento marcado para 10 de abril de 2026. Uma das vozes mais marcantes da sua geração regressa com um disco que capta a tensão entre dor e prazer, onde o caos e a aceitação coexistem. Reconhecida pela sua capacidade de escrita minuciosa — nomeada para um prémio Ivor Novello com o EP de estreia e vencedora do BRIT Rising Star em 2022 — Holly afirmou-se como uma força mundial, cuja narrativa lúcida ressoa muito para além do seu universo pessoal.
Ao entrar em Cruel World, Holly refugia-se num conto de fadas sombrio criado por si, onde relíquias da infância, monstros e memória colidem. Agora, Holly convida-nos a atravessar o espelho com o arrebatador novo single “To Love Somebody”, acompanhado por um vídeo encantador realizado por Silken Weinberg (Ethel Cain). Inspirado no teatro vitoriano, nos Irmãos Grimm e em Nosferatu, “To Love Somebody” afirma-se como uma declaração visceral de abertura para a artista de 26 anos, à medida que o novo ano começa. Para Holly, o amor é agora simultaneamente um elemento de ancoragem e de desestabilização. “O disco explora o amor como algo belo e inerentemente doloroso”, afirma.
“Em ‘To Love Somebody’ quis captar essa contradição: amar alguém é magoar alguém e perder alguém; mas, pelo menos, chegaste a amar alguém. Para sentir felicidade extrema, é preciso conhecer a tristeza extrema. Essa é a tensão do disco”, diz Holly.
Os últimos dois anos foram definidos pela reparação, pelo sentimento de pertença e pela redescoberta de talismãs do seu passado — momentos esquecidos quando foi catapultada para a esfera pública com apenas 20 anos. Se o álbum de estreia Paint My Bedroom Black, que alcançou o top 3 do seu país, foi marcado pela turbulência e pelo anseio, Cruel World está ancorado na estabilidade e na memória.
Visualmente, Holly construiu um universo com a irmã Eleri e a diretora criativa Silken Weinberg, inspirado em objectos da infância descobertos ao deixar a “Haunted House” onde cresceu. Desde sapatilhas de ballet a livros de Alice no País das Maravilhas, passando por filmes como Eduardo Mãos de Tesoura e James and the Giant Peach, revisitar os pertences da sua infância transformou os fantasmas do passado em algo lúdico e mágico.
Desde a vitória no BRIT Rising Star em 2022, quando tinha lançado apenas dois EPs e recebido uma nomeação para os Ivor Novello com “Haunted House”, até à edição do aclamado álbum de estreia Paint My Bedroom Black em 2023, que entrou directamente para o #3, Holly tornou-se conhecida pela sua honestidade sem concessões e pela capacidade de articular a turbulência silenciosa da juventude adulta. Depois de esgotar salas como a Brixton Academy e o Eventim Apollo, realizar digressões na América do Norte e, mais recentemente, acompanhar Sam Fender na digressão australiana em novembro, com vários concertos como cabeça de cartaz, Holly prepara-se agora para uma nova fase ao vivo. Em fevereiro, irá percorrer a Europa com uma série de concertos intimistas, seguindo-se uma digressão no Reino Unido em março e abril, que culmina no Shepherd’s Bush a 2 de abril de 2026.

A história de Holly começou com Falling Asleep At The Wheel, o EP de revelação que mostrou uma jovem mulher a traduzir a casa assombrada da sua infância e a dinâmica de um lar com três irmãs em canções inesquecíveis como “Vanilla”, “Overkill” e “Deep End”. A intimidade e a precisão das suas letras afirmaram-na como cronista dos pequenos detalhes que constroem grandes emoções. Essa voz levou-a rapidamente da estética gótica para os palcos internacionais: interpretou “London Is Lonely” ao vivo para milhões na cerimónia dos BRIT Awards em 2022, acompanhou Olivia Rodrigo e Girl in Red em digressões pela América do Norte e lançou o seu aclamado álbum de estreia Paint My Bedroom Black em 2023, escrito em parte em quartos de hotel enquanto vivia o sonho que imaginara em criança.
Cruel World foi escrito com uma nova disciplina, através de sessões diárias de estúdio com o colaborador Rob Milton, e mergulha profundamente no amor — romântico, platónico e feminino. Criada entre mulheres fortes, Holly reflecte sobre a forma como as raparigas são ensinadas a ver-se como rivais, desaprendendo esse instinto e recuperando a solidariedade como forma de sobrevivência. Canções de amor gótico presentes no disco, como “Die Happy”, eleita Hottest Record da BBC Radio 1 em novembro, exploram devoção, perigo e desejo, bebendo de contos de fadas, de Dracula e da melancolia associada à mudança das estações.
Conteúdo patrocinado por Universal Music Portugal.
Fonte: https://comunidadeculturaearte.com/holly-humberstone-anuncia-segundo-album-cruel-world-com-lancamento-a-10-de-abril/
